Sociolinguisticando
Este blogue foi criado para funcionar como um diário de bordo onde vou registando o estado da arte: as leituras feitas, as conferências assistidas e apresentadas, e as descobertas que vou fazendo neste mundo maravilhoso das conexões entre (os blocos de) palavras.
Domingo, 12 de Junho de 2011
The art of unveiling gender...
VS Naipaul
http://www.guardian.co.uk/books/2011/jun/02/vs-naipaul-jane-austen-women-writers
Naipaul should dedicate himself to forensic linguistics instead of giving interviews...
Segunda-feira, 21 de Março de 2011
UMinho Summer School of Linguistics 2011
University of Minho, Braga, Portugal
July 18-22
LECTURERS
- Michael T. Ullman (Georgetown University, USA)
- Michel Paradis (McGill University, Canada)
- Manuel Carreiras (BCBL- Basque Center on Cognition, Brain and Language, Spain)
- Sergey Avrutin (Utrecht University, Netherlands)
- João Veríssimo (University of Lisbon, Portugal)
MORE INFO:
http://www3.ilch.uminho.pt/summerschool2011/index.htm
http://www.facebook.com/pages/Uminho-Summer-School-of-Linguistics/204134476283117
Segunda-feira, 14 de Março de 2011
Terça-feira, 26 de Outubro de 2010
Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010
Terça-feira, 11 de Maio de 2010
Segunda-feira, 15 de Março de 2010
Cyprus, here I go!
Segunda-feira, 8 de Março de 2010
esta semana vou estar ocupada com
Quarta-feira, 3 de Março de 2010
Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
Leituras para o fim-de-semana
Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010
Leituras
Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010
Leituras
Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010
Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010
Pequeno interregno pela sociolinguística
Leituras de Janeiro – Sintaxe
Brito, Ana Maria & Inês Duarte (2003) Orações relativas e construções aparentadas. In Mateus et al. (2003) Gramática da Língua Portuguesa. Lisboa: Caminho, pp. 653-694.
Brito, Ana Maria (2003) Subordinação adverbial. In Maria Helena Mira Mateus et al. (2003) Gramática da Língua Portuguesa. 5ª edição revista e aumentada. Lisboa: Caminho, pp. 695-728.
Bybee, Jenny (2001) Main clauses are innovative, subordinate clauses are conservative: consequences for the nature of constructions. In Joan Bybee, Michael Noonan (eds.) (2001) Complex sentences in grammar and discourse: Essays in honor of Sandra A. Thompson. Amsterdam: John Benjamins, pp. 1-17.
Duarte, Inês (2003) Subordinação completiva – as orações completivas. In Mateus et al. (2003) Gramática da Língua Portuguesa. Lisboa: Caminho, pp. 593 – 651.
Matos, Gabriela (2003) Estruturas de coordenação. In Mateus et al. (2003) Gramática da Língua Portuguesa. Lisboa: Caminho, pp. 551-592.
Matos, Gabriela, & Ana Maria Brito (2002) On the Syntax of Canonical Comparatives in European Portuguese. In Journal of Portuguese Linguistics, Vol.1, n 1., pp. 41-81.
Móia, Telmo (2001) Aspectos Sintáctico-Semânticos das Orações Relativas com quando e como. In Actas do XVI Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Linguística Lisboa: Associação Portuguesa de Linguística, pp. 349-361.
O resumo dos próximos três anos
Mecanismos de conexão frásica: a influência das variáveis sociais
Pretende-se com este trabalho contribuir para o estudo dos mecanismos de conexão frásica a partir da sua análise em textos escritos retirados da blogosfera. Apesar das estruturas de subordinação e coordenação, da sua constituição e limites, no Português, estarem bem documentadas para o Português (Said Ali 1931; Bechara 1999; Lobo (2003); Mateus et al. 2003; Matos 2005; Peres e Mascarenhas 2006, entre muitos outros), é, também, nosso objectivo, compreender se os factores externos ou sociais interferem na estruturação sintáctica de um texto. Para tal, recorreremos à metodologia variacionista, da qual William Labov (Labov, 1966, 1972; 1990, 1994, 2000; Weinreich, Labov e Herzog, 1968; entre outros) foi precursor, segundo a qual a variação linguística poderá ser explicada pelo cruzamento de factores internos, ou linguísticos, e externos ou sociais.
Para além deste aspecto, pretendemos, também, avaliar a possibilidade destas marcas sintácticas poderem ou não constituir um padrão, de forma a apoiarem uma análise linguística forense. Nos últimos anos tem crescido o interesse pela abordagem forense da linguagem, nomeadamente no que diz respeito à determinação de autoria quer de produções orais quer de textos escritos. À semelhança do que ocorre com a produção oral, é possível isolar, a partir de características individuais ou sociais (como a área geográfica de origem, o estatuto social, a idade, o sexo ou a escolaridade, entre outras), o comportamento linguístico do falante, factor determinante na investigação criminal.
Resumindo, é nosso objectivo analisar de que forma os factores sociais escolaridade, sexo e idade influenciam, e como, a presença de estruturas subordinadas e coordenadas em produções textuais. Finalmente, avaliaremos a possível aplicação dos resultados para fins forense.
O início
Este blog foi criado para funcionar como um diário de bordo onde vou registando o estado da arte: as leituras feitas, as conferências assistidas e (oxalá) apresentadas, e as descobertas que vou fazendo neste mundo maravilhoso das conexões entre (os blocos de) palavras.







